23/06/2011 – Ahhh... Nem tenho por onde começar hoje, depois de alguns dias sem escrever, é acontecimento demais... muita coisa boa, diferente, importante...
São 20:50, cheguei da casa da minha mãe tem pouco tempo... O frio aqui hoje ta tenso, estou ardendo ainda por causa do vento... Meus pais estão bem, o cachorro ta mal ainda, espero que o SNUP melhore... NEGÃO, ‘tá lá’, coitado, sem o irmão, e, apavorado por causa dos fogos da época junina. Ele não sabe onde põe a cabeça. Resolvi acalmá-lo, foi uma delícia, rolamos muito no chão. Até pouco tempo atrás eu estava com uma inhaca de cachorro brava. Aquele porquinho, ninguém dá banho no bichinho. Mas, hoje ele estava lindo como sempre, e medroso, chorão de dar dó. Mereceu o carinho exagerado, teve a permissão de me lamber, me morder carinhosamente, pode deitar encima de mim. Nunca havia ficado envolvida com ele, não da mesma forma que hoje. No começo ele tremia ainda, por medo do barulho, enfiava a cabeça na minha barriga, se escondia no meu cabeço. Mas acabou tudo bem, entre rosnados de ambos, a brincadeira começou e ser uma brincadeira de cão, do cão. xD” Negão deveria ser vermelhão, ou outra coisa, deixa né, coisa do ex-dono dele... Saí tão babada e mordiscada, de fazer graça, o cabelo cheio de nós, a roupa toda repuxada... agora ele deve estar lá de novo, apavorado com o barulho, mãe falou que ele não podia dormir dentro de casa, e, não pode mesmo. Mas, se fosse meu cachorro, eu daria banho a deixaria dormir debaixo da minha cama... Não dormiria comigo, acho estranho acordar abraçada com um cachorro, shaushuahsuahsuahs, tem gosto pra tudo....
Ao sair da casa, o céu... Eu nunca me canso do céu, parece que na cidade o céu tem a metade das estrelas, e, de onde eu estava, eu via o universo, via o céu, amplo, escuro, belíssimo, e, repleto de estrelas, brilhantes e atraentes... Eu já não fico à procura de estrelas cadentes, preciso voltar a fazer isso...
Natália Vieira Costa
Coninua...
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- - O inegável de mim: Natália, 24 anos. Somos sempre suspeitos a falar de nós mesmos. Podemos ''mentir muito'' ao nos caracterizar... Acho que vê melhor, quem está por fora... Direi o suficiente...Sinto prazer em ler e escrever... desenhar, pintar e ver filmes... Procuro na escrita uma maneira de me expressar, não para o mundo, mas, para mim mesma... Me compreendo dessa forma.. Cada texto meu é como estou me sentindo no momento. Posso olhar o que escrevi hoje, e alguns meses depois rir daquele dia ao ver que tudo passou.. .Ou me sentir um pouco mal ao recordar por minhas palavras o quão grande foi a dor naquele momento... Quem nunca sofreu um pouco por causa da nostalgia que é viver...?
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