... sabe uma rosa... sem água, sol, solo fértil, cuidado... ela murcha e morre ...
... assim são as pessoas...
... sinto falta dos elogios sinceros a todo o tempo...
... daquela ternura e paciência na voz...
... do olhar cheio de admiração... do olhar que despia...
... ... ... de ficar como se fosse a última vez... ... da sede... de amar...
... da sede de viver... unir...
... da forma de tocar... repleta de desejo e admiração...
... mas a admiração se foi... os elogios se extinguiram... o desejo se esvaiu...
... e a rosa a murchar... a se retrair...


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